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Alimentação – Uma parcela substancial da população brasileira não tem acesso a uma alimentação saudável, balanceada e de qualidade. A idéia é a de permitir que as pessoas, cuja renda mensal seja de até quatro salários mínimos, possam ter acesso a produtos da cesta básica a preços compatíveis com sua renda, além do acesso aos programas de inclusão social já em vigor e de responsabilidade do Governo Federal.
Defendo a redução de impostos incidentes sobre a produção de alimentos de primeira necessidade, como o feijão, o arroz, o macarrão, a farinha de trigo, a mandioca, a soja, dentre outros, como forma de atingir o objetivo social de melhor alimentação da população.
O incremento de parcerias entre o Governo Federal e o setor privado é muito importante. Os empresários poderão vir a ser convocados para um trabalho de caráter social e produzir alimentos a preços mais baixos, a partir de benefícios fiscais e de concessão de créditos viáveis, tendo como agentes financeiros as instituições de fomento de crédito federal, como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal , o BNDES, dentre outros.
Emprego – Desde o processo de reabertura política do País, a partir dos anos 80, a economia brasileira não consegue gerar emprego suficiente para atender à crescente demanda do mercado interno, especialmente, dos jovens. O pleno emprego, ironicamente, existiu no país apenas durante o regime militar, entre os anos 70 e 80.
O País cresce em ritmo lento, se comparado ao número de jovens que, todos os anos, necessitam de emprego. Por essa razão, o déficit de emprego no país se eleva em 3 % a 6% ao ano. A tarefa, portanto, é dura. As taxas de desemprego no Brasil são exorbitantes, sendo uma das principais causas da violência urbana e outros males em nosso país.
Por essa razão, defendo a criação de um programa de emergência, com frentes de trabalho, redução das tarifas e apoio aos micro e pequenos empresários, como meio viável e mais curto para resolução do problema.
Saúde - Entendo que a preocupação principal do brasileiro, em especial das famílias de baixa renda, é a saúde. O serviço público de saúde, em todo o país, está em estado deplorável, não atendendo à demanda.
Acredito que a solução está em dar um verdadeiro choque de gestão através de instalação de centros de saúde e hospitais nas regiões mais carentes, com a valorização indispensável do profissional de saúde, a partir da qualificação e de salários dignos.
É preciso promover a recuperação de equipamentos e a participação da iniciativa privada como meios de resolução do problema da saúde pública no país.
Habitação – A deficiência habitacional existente no Brasil é um retrato cruel das desigualdades de renda existentes em nossa sociedade. Os jovens, recém saídos das faculdades, os recém-casados, enfim, a juventude brasileira, está sendo alijada do direito alienável de moradia.
Os preços dos imóveis, ainda que de pequeno porte, são exorbitantes. A falta de emprego e de renda impede que a maioria das pessoas adquira a casa própria.
Vejo que a solução do problema passa pela adoção de programas de habitação para a população de baixa renda, com ganhos mensais de até 4 (quatro) salários mínimos. É preciso adotar medidas de financiamento público, a juros subsidiados. São programa s que não depende de parcerias com o Governo Federal.
Educação – Nos últimos anos, segundo dados oficiais, a qualidade do ensino público vem caindo de forma expressiva. Isso se deve a, principalmente, três razões: a) o crescimento acelerado da demanda; b) a redução dos investimentos financeiros per capita; e c) a queda substancial dos salários pagos aos educadores.
Defendo a valorização do educador, com qualificação e salários dignos, o aumento de instituições de ensino em todo o país, a aquisição de equipamentos modernos e instalações adequadas que incentivem o aprendizado e a adoção de programas eficientes de inclusão digital, sob a supervisão de especialistas.
Segurança Pública - Nos termos da Constituição Federal, a segurança é um dever do Estado. Todavia, tal norma não vem sendo cumprida, apesar dos esforços dos governantes. Melhorar a segurança do cidadão não significa apenas reforçar o policiamento, mas, sobretudo, oferecer um ensino de qualidade, oportunidades de emprego e crescimento para todos, sem distinção.
Trabalho por medidas simples e eficientes, como o policiamento preventivo, a qualificação dos policiais, e a aquisição de equipamentos eficientes de última geração. É preciso garantir aos policiais uma vida digna, com bons salários, moradia e qualificação profissional. É preciso, também, aproximar o policial da comunidade, com participação efetiva em eventos sociais e programas de conscientização e educação de crianças e adolescentes. Reforçar o policiamento nas Unidades Federativas que fazem fronteira com outros países é uma medida preventiva e de urgência, para evitar a entrada de drogas e contrabandos no país.
Transporte – O transporte público de qualidade representa a solução para o trânsito caótico instalado em todas as grandes cidades brasileiras. O sistema público de transporte entrou em colapso. As linhas de ônibus regulares deram lugar para o sistema alternativo, necessário diante do caos, mas pouco preparado para enfrentar a complexidade da situação.
A recuperação do sistema exige elevados investimentos e conscientização social. A criação de linha de trem de alta velocidade, a aquisição de novos ônibus, catracas eletrônicas e preços mais acessíveis para a população são pontos básicos a serem avaliados, além da integração dos diversos sistemas de transporte urbano.
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